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Por que você fuma tão depressa?”, perguntei.
Ela me olhou e abriu um sorriso largo, e um sorriso assim tão largo em seu rosto estreito talvez lhe desse um ar meio tolo, não fosse a inquestionável elegância de seus olhos verdes. Ela sorriu com todo um encantamento de uma criança na noite de Natal e disse: “Vocês fumam para saborear. Eu fumo para morrer.
Quem é você, Alasca?     (via auroriar)
Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.
Caio Fernando Abreu.   (via antipoetico)
Mas tudo bem, tô calmo e ponderado, embora a vontade seja de agredir todo mundo, dizer meia dúzia de verdades e sair pisando duro. Não vou fazer nenhuma loucura.
Caio Fernando Abreu.  (via inverbos)